Arquivo para Novembro, 2008

leitura barata

Novembro 7, 2008

definitivamente o twitter tem sido muito útil, já que direciono para lá todas as lamentações cotidianas e mantenho esse blog um pouco mais nos trilhos jornalísticos/poéticos/romancistas-falcatrua que me agradam. entretanto esse relato não cabe em 140 caracteres, então veio para cá.

ando vendo muitos insetos ultimamente. esse é o podre do verão. todos aqueles insetos nojentos que ficaram hibernando, sei lá, no inverno, saem pra rua e meio que sobem em você. um terror. outra coisa do verão é o calor né… ontem voltei pra casa de madrugada (um eufemismo pra uma hora antes de vir trabalhar) e estava 21 graus. oi? 21 graus? muito quente pra uma madrugada.

obviamente to escrevendo como uma débil porque 1- não dormi, 2 – tava fora ontem, 3 – to no teclado do trabalho que é uma das coisas mais cenozóicas que eu conheço. de qualquer forma esse era para ser um post reclamando de várias coisas que me irritam levemente, mas eu acabei de ganhar um bombom chique do advogado que trabalha comigo, e ele é sempre tão gentil sabe. até mesmo de manhã, então ok, vamos fazer um exercício de caráter. é de cereja. eu vou comer agora e ver se é bom, um segundo:

é divino. di-vi-no. a palavra é essa. eu até mordi o meu lábio inferior e ok, tudo bem, foi por um bombom de cereja mágico, vamos relevar. (o que vai acontecer aqui a gente chama de degrau, porque o próximo assunto não se conecta de nenhuma forma com o papo do bombom tá, só pra explicar). queria aproveitar e registrar aqui que eu tenho tipo um “traje de ressaca” pra vir trabalhar. eu notei isso hoje sabe… sempre que venho trabalhar nessas condições (estou poupando minha imagem pessoal aqui, ok “traje de ressaca” é um péssimo nome!) venho com um jeans azul, um par de meias brega, all star branco e a camiseta do new order do ceremony in a lonely place. adoro esse nome/essa camisa. estranho né? na real nem é, porque meu armário é meio limitado, mas de qualquer forma é interessante de se notar essas nuances do comportamento humano diante da rotina supressora de idéias diferenciadas.

adoro terminar de forma chique.

p.s: essa baboseira toda vai pro meu único leitor, com carinho.