I AM A LOVER, NOT A FIGHTER.
Arquivos para 'aleatório'Categoria
hoje
janeiro 14, 2009hoje é dia 14 de janeiro de 2009 e até agora eu vi quatro pessoas mutiladas, dois cegos e três pessoas com membros quebrados. levando em consideração que não são nem quatro da tarde ainda, acredito que talvez, hoje particularmente, eu deva tomar cuidado com escoriações e machucados em geral. com cegueira e mutilação iminente também.
eu gosto de pensar que as vezes a vida meio que fala com a gente. não sei se é um sentimento recorrente no resto da população mundial ou se é apenas mais uma dessas minhas particularidade estranhas que me tornam uma pessoa muito mais cativante (junto com a insônia boa e a simplicidade com que resolvo os problemas do mundo), mas acho que as vezes a gente tem que prestar atenção nas coisas em volta.
na verdade eu só queria escrever aqui pra registrar que hoje num intervalo de seis horas, vi mais gente debilitada do que em todo o segundo semestre de 2008. prova de que: 1) estou andando muito pelo centro 2) minha visão periférica está cada dia melhor e 3) as desgraças humanas são infindáveis.
mensagem cósmica do universo para eu aproveitar melhor minha existência medíocre a parte, evitei passar embaixo de uma escada hoje depois do almoço. sabe como é: seguro morreu de velho, enxergando, com todos os membros do corpo intactos e sem quebrar nenhum osso.
janeiro 12, 2009
you could be my unintended choice to live my life extended. you could be the one i’ll always love. you could be the one who listens to my deepest inquisitions, you could be the one i’ll always love. i’ll be there as soon as i can, but i’m busy ending broken pieces of the life i had before. first there was the one who challenged all my dreams and all my balance. he could never be as good as you. you could be my unintended choice to live my life extended. you should be the one i’ll always love. i’ll be there as soon as i can but i’m busy mending broken pieces of the life i had before.
before you.
2008
dezembro 29, 2008
Eu só queria dizer que é bom terminar 2008 sorrindo assim, ainda mais do lado do Rodrigo. A gente merece ser muito feliz né Rô?
2009, we can handle it.
so young, so sweet, so surprised.
dezembro 23, 2008we should take a trip now to see new places.
i’m sick of this town,
i see my face has changed.
say hello. say hello, to the angels.
dezembro 14, 2008
Chegue bem perto de mim. Me olhe, me toque, me diga qualquer coisa. Ou não diga nada, mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada.
CFA.
Por um mundo(jornalístico) melhor
dezembro 10, 2008Sabe, fazer jornalismo musical é uma coisa bem fácil.
Você pega uns releases na internet, escuta umas músicas no myspace, consegue umas fotos no google images e ai acaba se passando por um grande entendedor de música, o que na realidade você não é. O fato desse blog não ter mais matérias-musicais, acontece pura e simplesmente porque sou preguiçosa a ponto de não ter o trabalho nem de reformular os textos da Rolling Stone online. Pouco ético, mas verdadeiro. A vida é uma coisa meio falcatrua em sua totalidade.
Na verdade é muito fácil fazer jornalismo em geral. Pelo menos na minha mente é supersimples. Você tem informações, uma ordem hierárquica chatíssima, e só precisa colar tudo com a cola-do-textinho-bem-escrito. E escrever é tão fácil. Esse post é para falar sobre isso na realidade.
Escrever é muito fácil. Para mim é inconcebível gente que não saiba escrever. Não sei se é porque sempre andei com esse pessoalzinho das “humanas”, mas eu lembro que até meus amigos engenheiros escreviam bem. Claro que eu não vou colocar em cheque o que é ou não é escrever BEM assim, em letras maiúsculas. Isso porque tem gente que tem aqueles blogs infindavelmente chatos e deprimidos, cheios de detalhes irritantes sobre suas vidas pseudo-suicidas até que bem escritinhos, entende?
Não que eu seja sei lá, a melhor redatora da atualidade, mas por favor. Tem gente que não consegue nem organizar as idéias em uma ordem lógica sabe. Pensar que talvez faça mais sentido falar sobre o começo da história antes do fim… Quem sabe até colocar alguma coisa no meio para dar ligação. O que eu quero dizer, é que tem muita gente por ai ganhando a vida (as vezes até escrevendo!) que simplesmente terminaria esse texto assim ó:
.
leitura barata
novembro 7, 2008definitivamente o twitter tem sido muito útil, já que direciono para lá todas as lamentações cotidianas e mantenho esse blog um pouco mais nos trilhos jornalísticos/poéticos/romancistas-falcatrua que me agradam. entretanto esse relato não cabe em 140 caracteres, então veio para cá.
ando vendo muitos insetos ultimamente. esse é o podre do verão. todos aqueles insetos nojentos que ficaram hibernando, sei lá, no inverno, saem pra rua e meio que sobem em você. um terror. outra coisa do verão é o calor né… ontem voltei pra casa de madrugada (um eufemismo pra uma hora antes de vir trabalhar) e estava 21 graus. oi? 21 graus? muito quente pra uma madrugada.
obviamente to escrevendo como uma débil porque 1- não dormi, 2 – tava fora ontem, 3 – to no teclado do trabalho que é uma das coisas mais cenozóicas que eu conheço. de qualquer forma esse era para ser um post reclamando de várias coisas que me irritam levemente, mas eu acabei de ganhar um bombom chique do advogado que trabalha comigo, e ele é sempre tão gentil sabe. até mesmo de manhã, então ok, vamos fazer um exercício de caráter. é de cereja. eu vou comer agora e ver se é bom, um segundo:
é divino. di-vi-no. a palavra é essa. eu até mordi o meu lábio inferior e ok, tudo bem, foi por um bombom de cereja mágico, vamos relevar. (o que vai acontecer aqui a gente chama de degrau, porque o próximo assunto não se conecta de nenhuma forma com o papo do bombom tá, só pra explicar). queria aproveitar e registrar aqui que eu tenho tipo um “traje de ressaca” pra vir trabalhar. eu notei isso hoje sabe… sempre que venho trabalhar nessas condições (estou poupando minha imagem pessoal aqui, ok “traje de ressaca” é um péssimo nome!) venho com um jeans azul, um par de meias brega, all star branco e a camiseta do new order do ceremony in a lonely place. adoro esse nome/essa camisa. estranho né? na real nem é, porque meu armário é meio limitado, mas de qualquer forma é interessante de se notar essas nuances do comportamento humano diante da rotina supressora de idéias diferenciadas.
adoro terminar de forma chique.
p.s: essa baboseira toda vai pro meu único leitor, com carinho.
