Sabe, fazer jornalismo musical é uma coisa bem fácil.
Você pega uns releases na internet, escuta umas músicas no myspace, consegue umas fotos no google images e ai acaba se passando por um grande entendedor de música, o que na realidade você não é. O fato desse blog não ter mais matérias-musicais, acontece pura e simplesmente porque sou preguiçosa a ponto de não ter o trabalho nem de reformular os textos da Rolling Stone online. Pouco ético, mas verdadeiro. A vida é uma coisa meio falcatrua em sua totalidade.
Na verdade é muito fácil fazer jornalismo em geral. Pelo menos na minha mente é supersimples. Você tem informações, uma ordem hierárquica chatíssima, e só precisa colar tudo com a cola-do-textinho-bem-escrito. E escrever é tão fácil. Esse post é para falar sobre isso na realidade.
Escrever é muito fácil. Para mim é inconcebível gente que não saiba escrever. Não sei se é porque sempre andei com esse pessoalzinho das “humanas”, mas eu lembro que até meus amigos engenheiros escreviam bem. Claro que eu não vou colocar em cheque o que é ou não é escrever BEM assim, em letras maiúsculas. Isso porque tem gente que tem aqueles blogs infindavelmente chatos e deprimidos, cheios de detalhes irritantes sobre suas vidas pseudo-suicidas até que bem escritinhos, entende?
Não que eu seja sei lá, a melhor redatora da atualidade, mas por favor. Tem gente que não consegue nem organizar as idéias em uma ordem lógica sabe. Pensar que talvez faça mais sentido falar sobre o começo da história antes do fim… Quem sabe até colocar alguma coisa no meio para dar ligação. O que eu quero dizer, é que tem muita gente por ai ganhando a vida (as vezes até escrevendo!) que simplesmente terminaria esse texto assim ó:
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